Palavras do Mestre dos Mestres

Palavras de despedida do Professor Antonio Lopes de Sá no X Prolatino, realizado em novembro de 2009.

“Eu não sei quanto tempo de vida me resta. Quem me criou também determinará, naturalmente, a hora em que serei convocado para outras missões. Posso ver, nesse poente da vida, muitas coisas. Eu dediquei feriados, dias santos, horas que roubei da família para dedicar a vocês. A minha última palavra é: “Enquanto um sopro de vida me restar, ele será de vocês”. Não sou candidato a nada. Não é discurso político, mas quero estar no coração de vocês”.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Reunião discute implantação do Homolognet

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Na tarde de quarta-feira (20) o diretor de Assuntos Legislativos da Fenacon, Fábio Oliveira, esteve reunido com o assessor técnico da Secretaria de Relações do Trabalho – órgão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Admilson dos Santos para discutir o Sistema Homolognet.

Na ocasião, foram apresentadas as avaliações sobre o software do sistema. Recentemente, o departamento de informática da Fenacon recebeu do Ministério do Trabalho uma prévia da ferramenta para efetuação de testes.

De acordo com a avaliação entregue, o sistema possui boa funcionalidade podendo ser implantado. Entretanto foi destacado que é necessário o conhecimento sobre o tema.

Sistema - o Homolognet é um sistema desenvolvido pelo Ministério do Trabalho e Emprego para realizar conferência dos cálculos da rescisão de trabalho e a elaboração do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT) de acordo com a legislação trabalhista. 

Os objetivos da implantação são, segundo o ministério, padronizar o cálculo da rescisão, diminuir as demandas trabalhistas, reduzir as fraudes no seguro Desemprego e FGTS e diminuir o custo Brasil.

Para o MTE, em meados de 2010 o Homolognet será implantado em todas as Delegacias Regionais do Trabalho (DRT’s). Entidades sindicais terão de aderir a Certificação Digital para ingressar no sistema, provavelmente, a partir do segundo semestre. Após todos os testes de implantação será necessário também que o usuário o faça via Certificação Digital.

Fonte: Sistema Fenacon

 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CFC propõe acordo de colaboração entre países de língua portuguesa

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Para fomentar o conhecimento contábil entre os países de língua portuguesa, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) enviou nesta semana, a representantes do Banco Mundial em Brasília, um projeto que visa a fortalecer o intercâmbio na área.

Apresentado pelo presidente da entidade, Juarez Domingues Carneiro, o programa é dividido em cinco áreas: organização da profissão nos países de língua latina; formação continuada; apoio a cursos de graduação, mestrado e doutorado; responsabilidade social e ambiental; e acervo cultural, que abrange a história da contabilidade nesses países.
 
"O trabalho propõe, ainda, identificar, por meio de pré-diagnóstico, as necessidades da profissão contábil nos países de língua portuguesa, assim como avaliar as ações a serem implementadas, elaborando um plano de ação para atendimento às demandas priorizadas em cada um dos países", afirmou o presidente do CFC.
 
Na oportunidade, Juarez também entregou aos representantes do Banco Mundial um documento sobre a criação do projeto firmado com a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas de Portugal (Ctoc), relatório com as experiências que o Brasil possui em termos contábeis para a transferência de conhecimentos, e oficio do governo de Moçambique solicitando apoio na criação de um órgão contábil para regular a profissão daquele País. O acordo entre o CFC e a Ctoc foi firmado em 2008, em Lisboa.

 
Dentre os representantes do Banco Mundial que participaram da reunião estiveram o diretor para o Brasil, Makhtar Diop, e o Comunications Ofiicer, Mauro de Azeredo.
 
Fonte: Financialweb



quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Inovação também passa pela área contábil

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Para que um negócio se fortaleça e se torne saudável economicamente, o trabalho do contador é fundamental. Afinal, os registros irão fornecer informações sobre custos, giro de capital e dos encargos e tributos. O profissional participa do desenvolvimento da empresa desde sua constituição, acompanhando o registro na Junta Comercial ou no cartório civil e providenciando a regularização em vários órgãos, como Receita Federal, INSS e prefeitura.

Nesse contexto, a contabilidade também deve ser vista como ferramenta de gestão, para que possa projetar os resultados da empresa a partir de metas. O contador tem como desafio oferecer as ferramentas para contribuir com planejamento, com informações rápidas e corretas, na velocidade dos negócios, diminuindo as chances de perda.

Para o contador Tiago Jacobsen, da TDF Contabilidade, a categoria está se transformando no quesito inovação. Os profissionais estão em uma constante busca por atualização, interação e avanço tecnológico (integração entre sistemas, internet, suporte, ferramentas de gestão, trainee e facilidade de relacionamento humano). Um contador empreendedor, para ele, tem como imagem sua própria empresa, as dificuldades e as conquistas do dia-a-dia, experiências que contribuem para o desenvolvimento de sua carteira de clientes.

“O papel do contador é essencial desde o início de uma empresa”, reforça Viviane Ferran, da Gerência de Empreendedorismo e Inovação do Sebrae. Para ela, um profissional da contabilidade é aquele que irá decodificar as necessidades burocráticas e traduzir essas ferramentas para o empreendedor. Para fazer uma empresa ser sustentável financeiramente, não há mágica. Porém, os anos de experiência e a prática com o treinamento de equipes mostraram a Viviane que a inovação associada a comportamento empreendedor, gestão e planejamento tem mais chance de levar uma iniciativa ao sucesso.

Fonte: Jornal do Comércio - RS

Nova regra contábil pode ampliar gastos

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Renato Ibelli



A implantação do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) pode ampliar, de forma indireta, o desembolso das empresas com impostos. Isso porque o fisco será o responsável pelo cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e não, mais, o contribuinte. Além disso, haverá maior rigor na apuração das informações contábeis e fiscais.

De acordo com o diretor de Assessoria Tributária da auditoria Ernest & Young, Cláudio Yano, hoje, a base de cálculo da CSLL é regrada por uma série de Instruções Normativas (IN). No entanto, segundo Yano, o contribuinte só é obrigado a seguir normas que interfiram no cálculo de tributos, caso estejam previstas em lei. Atualmente, o contribuinte que deixa de seguir uma IN para o cálculo da CSLL não está sonegando ou infringindo a lei. Isso acontece uma vez que é o próprio contribuinte que faz o cálculo do tributo e, posteriormente, informa o resultado ao fisco por meio da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ).

Ao entrar em vigor em junho de 2011, o Sped Fiscal irá obrigar o contribuinte a transmitir informações, regularmente, para a Receita. Com essas informações em mãos, o fisco – e não mais o contribuinte – é que estará responsável por montar a base de dados para o cálculo da CSLL. “A tendência do Fisco será incluir os critérios previstos nas Instruções Normativas no momento de calcular a contribuição. O que aumentaria os impostos para as empresas”, diz Yano.

Dificuldades – Os empresários não têm deglutido, facilmente, o Sped. Além das perspectivas de aumento de impostos, os custos e a complexidade tecnológica exigidos para que as empresas se adaptem ao sistema são grandes. Segundo Yano, para ter precisão nas informações transmitidas é necessário investir em tecnologia e em profissionais qualificados.

Vale lembrar que o Sped não permite que o contribuinte retifique informações equivocadas.

Fonte: Diáriodo Comércio - SP

Ano novo, empresa nova

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Peça-chave na criação ou fechamento de empresas, o contador deve aplicar os princípios de gestão e inovação na própria carreira.


Lara Ely

O início do ano é um período em que muitas pessoas querem colocar em prática as metas empreendedoras e aplicar resoluções. Abrir um negócio próprio e fazê-lo crescer faz parte dos objetivos, mas muitas vezes a tentativa já esbarra em dúvidas na hora de planejar. Quais os trâmites legais? Como começar? Quem procurar? Qual projeto tem mais chances de dar certo? A falta de conhecimento sobre como proceder, muitas vezes, faz com que dezenas de empreendedores em potencial desistam antes mesmo de dar os primeiros passos. Prova disso é que quase metade das empresas abertas no Brasil fecha antes de completar dois anos de existência, segundo pesquisa do Sebrae. A informação denota o que a maioria já sabe: é preciso muito mais do que uma boa ideia para empreender um negócio.

“Se uma empresa não vai dar certo, é melhor descobrir isso antes mesmo de abri-la”, sentencia a supervisora da Gerência de Empreendedorismo e Inovação do Sebrae-



RS, Viviane Ferran. Para ela, o primeiro passo para quem quer se aventurar no mercado e gerenciar a vida profissional é fazer um plano. “Muitas pessoas acham que essa é mais uma etapa chata a ser cumprida e querem evitar a burocracia. Mas ela é fundamental, pois ajuda a avaliar e verificar as oportunidades”, afirma. Os principais empecilhos enfrentados são a falta de capital de giro, seguida da escassez de clientes e problemas financeiros. “Não basta ter boas ideias, força de vontade e determinação. Além de tempo e dinheiro, o empreendedor precisa de preparo, suporte e planejamento”, afirma.

Viviane alerta que é preciso abandonar a euforia inicial de ser empreendedor para ir além de uma visão superficial e pensar na operacionalização. “É importante verificar se há mão de obra disponível, se a matéria-prima é suficiente, se o preço final fica muito caro”, explica. Analisar as outras questões atreladas à parte contábil e gerencial também ajuda a perceber se o negócio tem chances de sucesso e, se for o caso, revisar a estratégia ainda no começo da empreitada.

E foi justamente a mudança de rumos que garantiu sucesso aos combinados de salmão do Sushi by Cleber, que estavam com os dias contados. Não fosse a união de esforços dos irmãos Vital, a ajuda do Sebrae e a presença de bons contadores, o restaurante japonês fecharia suas portas. Criado pelo sushiman paulista Cleber Vital (ex-proprietário do Saikô), em 1995, o restaurante esteve à beira da falência devido à falta de planejamento e de uma boa gestão orçamentária. A presença do irmão Ismael Tiger Vital na administração do negócio, associada a sua participação no curso Empretec, do Sebrae, em outubro de 2004, mudou o rumo do negócio. Ismael aplicou no restaurante do irmão Cleber o que aprendeu, incluindo noções de planejamento, gestão, metas e controle de fluxo de caixa. Na gestão interna, ele dividiu tarefas, reorganizou funções, revisou fornecedores e conseguiu, com a ajuda de uma equipe de contadores, sanear as finanças do empreendimento. “O restaurante ia quebrar, estávamos com contas atrasadas e uma desorganização interna muito grande. Em três anos, nós sextuplicamos o faturamento”, orgulha-se.

Atualmente, Ismael toma conta da parte administrativa, financeira, marketing e recursos humanos, enquanto Cleber e seus três primos fazem sushi. A divisão de tarefas, na opinião dele, foi um dos passos essenciais para o sucesso da casa que, há 15 anos, serve as iguarias aos porto-alegrenses. “O segredo para o negócio dar certo é você ter perfis que se complementam. Cada um desempenha seu papel dentro do restaurante”, afirma.

A participação no Empretec foi decisiva para mudar a perspectiva sobre negócios. “Essa experiência fez descobrir quais tinham sido meus erros anteriores.” Já o irmão Cleber trabalhou em um restaurante, depois abriu o Saikô, com outros sócios, até que decidiu ter seu próprio negócio. “Ele preparava os sushis, distribuía panfletos, era o responsável pela tele-entrega, depois abriu as portas da garagem, comprou 16 cadeiras e ficou esperando passar alguém”, relembra Ismael. A propaganda boca a boca e a divulgação pela rede de relacionamentos na internet foi o que determinou a durabilidade do empreendimento, mesmo com as contas desajustadas.

Ismael destaca que a presença dos contadores é fundamental para saber como vai financeiramente a empresa, mesmo que a decisão final sobre os rumos do empreendimento seja sempre do dono da empresa. “Por mais que o contador nos alerte, o empreendedor é cabeça dura e vai usar os dados fornecidos para tomar as decisões que achar convenientes.”

A história do Sushi By Cleber mostra que, além de empreender, é preciso ter muita atenção à gestão do negócio. “O empreendedor tem uma visão de inovação e de oportunidade, gosta do que faz e está sempre aprendendo. No entanto, o empreendedorismo não se ensina, se aprende na prática.”

Os sete passos para abrir um negócio

1. Informações básicas para abrir a empresa: Definição do tipo de empresa, modelos de participação, situação do titular ou do(s) sócio(s), nomes, capital social, atividades e cópias de documentos.

2. Consultas prévias: Verificar a situação dos sócios, pesquisar o nome da futura empresa, pedir o boletim informativo do imóvel onde o negócio irá funcionar, consultar licenças necessárias. É necessário prestar atenção às principais consultas prévias, que são Receita Federal, Junta Comercial do Rio Grande do Sul, Secretaria Estadual da Fazenda do Rio Grande do Sul, Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre, Secretaria Municipal da Produção Indústria e Comércio. Informe-se também sobre Lei Complementar 123/06, Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, Cartilha do Novo Código Civil, Simples Nacional e Código de Defesa do Consumidor.

3. Registro do contrato social ou Requerimento de Empresário: O contrato entre os sócios é o instrumento que regerá a empresa, mostrando as responsabilidades, direitos e deveres de seus membros e de terceiros.

4. Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica: O CNPJ é um cadastro obrigatório para toda empresa, expedido pela Receita Federal. Sem ele, a empresa está impedida de abrir conta bancária, realizar compras de fornecedores, emitir nota fiscal, participar de licitações e obter registros.

5. Inscrição Estadual e Municipal: A Inscrição Estadual é expedida pela Secretaria Estadual da Fazenda. O documento é obrigatório para empresas dos ramos do comércio, indústria e serviços de telefonia, distribuição de energia elétrica, transportes interestaduais e intermunicipais.

6. Registro do alvará: Inscrição da empresa na prefeitura do município para fins de obtenção do Alvará de Funcionamento. No caso de Porto Alegre, por exemplo, o documento é concedido pela Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic).

7. Registro em Sindicatos: A legislação sindical em vigor no Brasil estabelece a necessidade de coordenação, proteção e representação legal de categorias econômicas ou atividades exercidas pelas empresas. Cada atividade empresarial possui a sua representação sindical. Identificando a atividade principal da empresa, é definido também qual o sindicato correspondente a ela. Para esta entidade é recolhido, anualmente, o imposto sindical patronal.

Fonte: Jornal do Comércio - RS

Instrução normativa da Receita Federal estimula capacitação em TICs

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As empresas de Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), enquadradas no Lucro Real, poderão excluir do lucro líquido os custos e despesas com capacitação de pessoal que atua no desenvolvimento de softwares, para efeito de apuração do Lucro Real. A novidade, decretada pela Instrução Normativa 986 (22/12/2009), da Receita Federal, já está em vigor.


Para o cálculo da exclusão, serão admitidas despesas correspondentes ao custeio de curso técnico, superior ou pós-graduação, além dos cursos de formação ou especialização específica em TI ou TIC. O custeio de bolsa de estudo, oferecida ao trabalhador que tenha vínculo empregatício com a empresa, também poderá ser excluído, desde que o funcionário atue no desenvolvimento de softwares à empresa que será beneficiada.

As instituições de educação devem ser credenciadas e reconhecidas pelo Ministério da Educação ou por órgãos de educação estaduais ou municipais competentes. No caso dos cursos técnicos ou superiores, devem constar no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos ou no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, elaborados pelo Ministério da Educação. As regras também valem para cursos à distância.

Para usufruir do benefício, a empresa precisa fazer um controle da contabilidade de forma individualizada, detalhando os gastos com o custeio de cada curso, além de identificar os gastos por instituição ou por funcionário capacitado, aconselha Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil. “A novidade é muito positiva, principalmente neste momento em que a Receita tem liberado Instruções Normativas rigorosas para os empresários. No entanto, se o contribuinte não souber como elaborar o controle dos custos com a capacitação de pessoal, não conseguirá aproveitar a exclusão desses custos. É necessária muita atenção ou contar com a ajuda de um bom profissional”.

Fonte: Convergência Digital

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Quando o contador ajuda a aumentar lucros

 

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Da Redação

Dora Ramos

CONTADORA

O ano de 2010 iniciou com grandes expectativas e otimismo no setor econômico, principalmente para as micro e pequenas empresas brasileiras. Uma recente pesquisa do Serasa apontou que 87% dos executivos do setor comercial projetam elevar a receita neste período.

A pesquisa ainda comprova que 85% dos mais otimistas são os pequenos negócios.

Os administradores acreditam na recuperação da economia e no aumento das vendas e da lucratividade para este ano. As grandes companhias brasileiras voltarão a contratar profissionais em grande escala e, em conseqüência, a renda dos consumidores voltará a crescer, afetando diretamente a margem de lucro no cenário macroeconômico do Brasil.

Não deixe de aproveitar este panorama positivo. Para isso, é imprescindível que as corporações tenham como principal aliado um contador eficaz e de confiança. É ele que indicará a direção para o aumento de lucro.

O profissional contábil é responsável pela movimentação financeira da empresa. Ele prevê as necessidades de captação de recursos e os períodos em que haverá sobras para aplicar excedentes nas opções mais lucrativas. É ele também que orienta o executivo nas tomadas de decisões mais importantes para a empresa, além de ser o principal auxiliar nos procedimentos fiscais e tributários.

Sendo assim, é essencial que o seu setor de contabilidade esteja atento às novas tendências do mercado e, acima de tudo, esteja por dentro das boas oportunidades que possam surgir. Ainda está em tempo de conferir se o seu contador atende às expectativas do seu negócio. Tenha como base quatro pontos que podem definir sua satisfação com o profissional contábil: Cronograma de trabalho Por conta da natureza de seus trabalhos, é importante que seu contador tenha total controle sobre as datas corretas para efetuar cada tipo de procedimento.

Um simples erro na hora de protocolar determinado documento pode não só lhe trazer prejuízos, mas também gerar danos como a suspensão da emissão de certidões de bens e outros problemas legais; Capacidade de adequação No Brasil, as mudanças nas regras e procedimentos fiscais e contábeis são constantes.

Muitas vezes, há pouco tempo para a compreensão e aplicação dessas leis. Por isso, é imprescindível que seu contador esteja atento às mudanças e tenha uma boa capacidade de adequação a novos cenários; Tr a n s p a r ê n c i a / S i n c e r i d a d e Cuidar de dinheiro já não é uma tarefa simples, agora confiar em alguém para cuidar dele para você é ainda mais difícil. Às vezes, não lhe vem à mente algumas perguntas: Como será que estão as contas da empresa e como elas estão representadas na contabilidade? Quando falo com meu contador, consigo entender com clareza o que ele diz? Meu contador está disposto a me ouvir e estar ao meu lado para ajudar a cuidar do meu dinheiro? Se perguntas assim forem recorrentes, é sinal de que você e seu contador precisam conversar.

Alinhar os pontos, traçar metas e elaborar planos com transparência e sinceridade, são atitudes essenciais.

Fique calmo se seu contador estiver atento ao seu negócio e disser coisas que às vezes você não quer ouvir. No final, a decisão é sempre sua.

Quantidade de informações Muitos processos de tomada de decisão no dia a dia de um gestor dependem da quantidade dos recursos financeiros da organização naquele momento.

Por isso, é necessário que se tenha em mãos análises constantemente preparadas sobre a saúde financeira da empresa. Isso auxiliará os gestores na hora de implantar um projeto ou escolher quais contas devem ser priorizadas num momento de crise.

Com a possibilidade do aumento de lucro neste ano, o contador passa a ser peça chave para o sucesso da receita do seu empreendimento.

Esta é a hora em que o contador deverá trazer as melhores alternativas para que você aproveite, da melhor forma, esse momento de otimismo e boas projeções

É essencial que o seu setor de contabilidade esteja atento às novas tendências

Fonte: Jornal do Brasil